Mostrando postagens com marcador foto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador foto. Mostrar todas as postagens

domingo, 31 de janeiro de 2010

Branco e preto, volume dois.

Registros captados via celular de uma ensolarada tarde de domingo no centro do Rio – hoje mesmo, entre uma prova e outra que fiz. O título remete a outro post fotográfico do ponto e vírgula (clique aqui para vê-lo), de 10 de julho de 2009.

Durante o longo intervalo em que não tive nada pra fazer, além de almoçar, é claro, dediquei-me a tirar essas fotos, munido apenas de uma máquina de 3.2 megapixels e um pouco de coragem, afinal é o centro do Rio. Tá aí o resultado:

Foto0051 Foto0030 Foto0032 Foto0033 Foto0034 Foto0035 Foto0036 Foto0037 Foto0038 Foto0039 Foto0040 Foto0041 Foto0042 Foto0043  Foto0045 Foto0046 Foto0048 
Foto0050

Foto0049

E tudo acaba num pequeno bloco família na Praça XV…

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Feliz Natal!!!


Feliz Natal!!!, upload feito originalmente por Renan Costa.

Talvez seja como escrever um cartão, destes que compramos na papelaria, não sei ao certo. Mas o que eu sei é que em situações tais costumo nunca saber o que escrever, até o momento em que o escrever se torna inadiável, o que é o caso.

Estou há dias pensando em um post de natal para este blog, e simplesmente não tinha ideia de como fazê-lo, de como ao menos começá-lo, até que há pouco menos de dois minutos veio-me este lampejo. Começo pelo fato de que não sei como começá-lo, e assim, ao menos posso introduzir um pretexto para o texto – mas deixando claro não ser este o tema principal do post, até porque esse é um tema mais do que recorrente nestas páginas. E lá se vão dois parágrafos...

Pois bem, deixando claro que a falta de criatividade deste interlocutor não é o tema sobre o qual se discorrerá no post de hoje, passo à questão de fundo que me pôs diante do teclado em um dia como hoje: nossos (acho que falo por todos que mantem o blog quando escrevo isto) sinceros votos de um feliz natal e um ótimo ano que em breve se iniciará para todos, caros leitores.

Também creio que posso falar por todos aqui que natal é bem mais que troca de presentes e comida que só se vê uma vez por ano – por que não temos rabanada o ano inteiro? –, pelo que realmente nos representa. O símbolo maior do natal não é, nunca foi, nem nunca será o papai noel, os elfos que vivem em regime de semi-escravidão no polo norte fazendo brinquedos ou as filas dos shoppings, que aliás, a cada ano se enfeitam cada vez mais cedo - daqui a pouco o papai noel vai chegar lá junto com o coelho da páscoa pra poder guardar seu lugar.

Aos leitores que não creem, perdoem-me a minha falta de laicidade, mas quem realmente é o rockstar do natal é aquele cara que trinta e três anos depois desta data que comemoramos amanhã morreria na cruz pela humanidade. No mais, é tudo supérfluo, coisa menor.

Até porque "seja rico ou seja pobre, o velhinho sempre vem" talvez seja uma das maiores mentiras da humanidade. Mentira maior que essa só os panetones de Arruda lá em Brasília. Posso afirmar com absoluta certeza: não há democracia no natal. Não neste natal que praticamos hoje, baseado no consumo e em um pragmatismo excessivo, em que cada vez mais valores e crenças - sejam elas quais forem - se perdem. Mas talvez isso seja papo pra outro post.

Pois bem, é isso: tenham todos um feliz natal. E ponto.

Ah, pode ter certeza: não estou ouvindo Simone, a cantora oficial do natal.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Presente de Natal

A fotografia é hoje uma das minhas grandes paixões. Em meio a tantos problemas e estresses, ela me desestressa. Por gratidão ao que ela fez por mim, dou o meu melhor nas fotografias que faço. As que publico aqui no blog são algumas das que foram tiradas recentemente em Natal, cidade que é um presente não apenas aos olhos, mas a todos os sentidos humanos – o que, como se vê, facilitou em muito minha tarefa. Mas aqui apenas a visão irá se satisfazer com os encantos de tal lugar. Ei-las, portanto:

SDC10526

SDC10303

SDC10318

SDC10319

SDC10323

SDC10483

surfista no morro do careca

barco

jangada pb

Julia

literatura de cordel

Morro do careca

Natal refletida

ônibus em Natal

pai e filho

pescador pb

ponte newton navarro

por do sol em redinha

Praia do meio 3

praia do meio 4

Redinha com Ponte ao fundo

julia chutando a água

4195172366_d5029e35ca_o

Janela do avião

Fim.

sábado, 24 de outubro de 2009

Como ficar famoso e aparecer na TV...


Alguém dormindo no ônibus, upload feito originalmente por Renan Costa.

Você deve estar se perguntando o que essa foto tem a ver com esse título, mas eu chego lá. Era por volta de 21h30, se não me falha a memória. Caía uma chuva torrencial. O ônibus em que estava passava nesse exato momento pela praça do pedágio da ponte Rio-Niterói. Eu comemorava, pensando que poderia chegar alguns minutinhos mais cedo em casa - pra quem faz essa viagem todo santo dia (Niterói - Rio - Niterói), alguns minutos de diferença é lucro - já que na semana anterior eu tinha passado pelo mesmo local por volta de nove e vinte, e por isso consegui chegar em casa cedão.

"Dez minutos de diferença não é quase nada", pensei. "Se o trânsito estiver igual ao da semana passada chego em casa rapidinho". Qual não foi a minha surpresa ao sair da ponte e subir aquele viaduto que leva à Marques de Paraná - e consequentemente à Icaraí e Santa Rosa - e depara-me com o trânsito todo parado. Carros e mais carros iam chegando e parando ali, naquele exato lugar sem escapatória.

Como disse, não era muito mais que 21h30, e ali fiquei por um bom tempo. A forte chuva que caía - já comentei sobre a chuva? - repentinamente cessou, reduzindo-se a meros chuviscos, mas ainda assim não havia roda que se movesse. Ali fiquei por um bom tempo, imaginando que se tratasse de um acidente, e que dentro de muito em breve o carro acidentado seria retirado, e as pistas liberadas, assim como o tráfego de carros. Mas que nada.

Algumas pessoas mais esbaforidas não conseguiram esperar sequer meia hora dentro do ônibus - de fato, a possibilidade de ter que esperar horas sentado em um ônibus não deve nada a qualquer método chinês de tortura. Mas pensei que tudo ia se resolver dentro de poucos minutos, que o trânsito se normalizaria e que aquelas pessoas se arrependeriam depois. Que nada: eu me arrependi de não ter levantado antes.

Eis que, uma hora e meia depois de sentado no mesmo banco do ônibus - pois é, quase acabei com a bateria do meu celular, na tentativa de ouvir todas as músicas possíveis, e quando findas estas, todas as rádios que tivessem algo interessante, o que nestas condições se mostra algo quase impossível -, sem que este se movesse um milímetro sequer em direção à minha casa, decido levantar e seguir viagem a pé. "Não é possível que um acidente de trânsito atrapalhe tanto a vida das pessoas", pensei.

Levantei-me e segui na mesma rua, até mesmo para saber do que se tratava, que impedia tanto assim o prosseguimento regular da minha viagem. O cenário que encontrei era devastador: carros tortos no meio da rua, em uma tentativa de retornar - vã, eis que a fila de carros atrás já se estendia até a ponte - e a rua completamente alagada, em nível tal que sequer os ônibus se atreviam a atravessar.

Rapidamente encontrei uma rua paralela que estava seca e segui o caminho das pessoas que, assim como eu, largaram seus lugares nos ônibus e decidiram seguir a pé. A imagem lembrava desses filmes de zumbi ou coisa do tipo, em que a cidade está completamente vazia, e você só vê a fila de cidadãos incautos, ainda não contaminados pelo suposto vírus que dizimou toda a sociedade, tentando buscar um abrigo, mas na verdade caminhando para a morte certa. Ainda bem que era a vida real...

Dalí a história não apresenta nada de mais: segui até o terminal de ônibus no Centro de Niterói - ou seja, andei pra c@#$%&*aralho - e peguei um 53, que por sorte estava parado na hora em que cheguei no terminal. As pessoas na minha frente na fila para pegar o ônibus me disseram que estavam há 50 minutos esperando o ônibus e nada - pelo menos dessa eu escapei.

Ainda peguei um trânsito na Gavião Peixoto, em Icaraí - detalhe: já era quase meia-noite - mas consegui chegar em casa, são e salvo, por volta de meia-noite e quinze, mais ou menos.

Acaba aí minha história. Mas o que isso tem a ver com o título lá em cima? Das duas uma:

1) Fui acordado pela minha mãe, quando ainda passava "Bom Dia Rio" - como se não bastasse a hora em que eu tinha ido dormir -, porque eu apareci na TV. Justamente na matéria em que mostravam os desastres ocorridos na cidade de Niterói durante o temporal de segunda-feira. Por conta do crescimento desenfreado que a cidade de Niterói teve nos últimos anos, com muitas construções, favelização etc, sem o devido acompanhamento pelo Poder Público - fosse restringindo o número de pavimentos dos prédios a um número adequado para a cidade, ou fiscalizando construções irregulares, ou alargando as ruas e cuidando do sistema de captação de água das chuvas - eu acabei aparecendo na TV como vítima disso tudo, coitado.

Ou

2) Minha total falta de criatividade em criar um título decente para esse post, que de fato demonstrasse toda a minha insatisfação com isso tudo que eu escrevi em cima a respeito da incompetência de nossos governantes.

Bem, você decide.

Só pra constar minha set list enquanto esperava no ônibus, assim como também no 53 (alguns discos eu ouvi inteiros):
Quatro, Los Hermanos
Afro-Sambas, Baden Powell
Abbey Road, The Beatles
OK Computer, RadioHead
África Brasil, Jorge Ben
Iê-iê-iê, Arnaldo Antunes
Cartola (1974), Cartola.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Qual que mais te apetece?


Qual que mais te apetece?, upload feito originalmente por Renan Costa.

Coloquei essa foto hoje no flickr, e a reproduzo aqui para vocês, caros leitores. Estava arrumando a minha prateleira e não resisti em fazer esta foto.

E sei que havia prometido a meu sócio que não postaria nada aqui enquanto ele não o fizesse, mas novamente sucumbi à tentação.

Mas a questão aqui é: e quanto a você? Que música enche os seus olhos?

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Branco e Preto…

“… vou colecionar mais um soneto,
Outro retrato em branco e preto
A maltratar meu coração”

Tom Jobim e Chico Buarque

3698277205_5b64542d00_oPescador na Lagoa de Araruama.

saquarema pbPor-do-sol em Saquarema na companhia de preciosos amigos.

céu por papai “O sol há de brilhar mais um vez…”

Arcos da Lapa
“… pra tudo se acabar na quarta-feira…”

3657770666_4e6be79aab_o
Inverno.

fla maraca O mais querido…

girafas de ferro
Girafas de ferro, vistas da ponte.

3315586903_8f5fc848d5_o
“Je vais à la plage, avec des amis…”

icaraí p&b
“Lá fora está chovendo…”

3174984701_8e8d373039_o

SDC11531
Burocracia, repetição

3008559968_f46a0227f6_o“Sun, sun, sun, here it comes…”

Foi só uma desculpa pra deixar de lado os acontecimentos recentes, e apenas postar umas fotos por aqui, que têm em comum apenas a ausência absoluta de cores. Mais destas modestas imagens podem ser vistas no flickr.